sininho na terra do nunca....

joana,sininho,janico...Sou só mais alguém "aqui" que procura ser feliz,de viagens dentro e fora de nós talvez este blog seja só mais uma forma de aprender o que é a partilha e fazer com que procure e descubra dentro de mim o que somos todos nós..

Sunday, May 28, 2006


Triste!
estou hoje triste,e despeitado
Com todos e comigo;
por qualquer vão conflicto imaginado,
perdi um meu querido "amigo"
muito mais que isso,era tudo..
De ha muitos anos.
-De há muitos anos,dizes??! Que interessa o tempo?
esse tempo?so conta o que com ele viveste...
Como os patetas são felizes!
Ainda podem ter enganos,e tristes desenganos.
Pois um amigo é cousa que se perca,
Se adquira,troque,venda,merca,
Um "amigo do mais querido" e tido longos anos...?
(e mesmo que só por um més,uma semana,um dia...)
-Sim tens razão!
Nós julgamos perder
mal se nos abre a mão;
mal a fechamos que julgamos ter.
Somos bem debil gente!
Dificilimamente
podemos encarar a nossa solidão
ou ver que só perdemos o que jamais tivemos... "

Monday, May 22, 2006




Desde que tudo me cansa,
Comecei eu a viver.
Comecei a viver sem esperança…
E venha a morte quando Deus quiser.
Dantes, ou muito ou pouco,
Sempre esperara:
Às vezes, tanto, que o meu sonho louco
Voava das estrelas à mais rara;
Outras, tão pouco,
Que ninguém mais com tal se conformara.
Hoje, é que nada espero.
Para quê, esperar?
Sei que já nada é meu senão se o não tiver;
Se quero, é só enquanto apenas quero;
Só de longe, e secreto, é que inda posso amar…
E venha a morte quando Deus quiser.
Mas, com isto, que têm as estrelas?
Continuam brilhando, altas e belas.

"SABEDORIA"
jose regio
Deve ser sabedoria q me falta e que me cai no vazio como em saco roto..q bela definiçao minha...talvez so me depare com pessoas demasiado espertas,demasiado vividas,que acham que meio mundo anda a tentar foder o outro meio e seguem este belo decorrer de rotino de sorriso nos labios,imunes as vitimas que albarroam e roubam de vez as ilusoes que a tanto custo todos os que acreditam em algo melhor lutam para não perder,e quem nao concordar que seja atropelado pelo egoismo e egocentrismo dos que concordam e aplaudem...este sufoco que n passa,esta desilusao maior que qualquer amor, qualquer vida, qualquer menira...como é possivel....tanta,tanta,tanta mentira,tanto engano,até tanta maldade...PORQUÊ??

Saturday, May 20, 2006


nada a dizer....uma saudade que nunca ha-de acabar...

Thursday, May 18, 2006


“Olha que coisa mais linda……..”Fiel amiga ,meiga e tão carinhosa apesar do seu ar imponente, que me lambeu as lágrimas e não me abandonou um segundo enquanto o desconsolo me derrubou de tão alto…fiel amiga que nunca me desilude,jamais…
E isto não é amor…?



“reconheceste o erro, não desanimes. Levanta, sacode a poeira, da a volta por cima..minha filha respira fundo e acredita q a felicidade é possível e tu a mereces…eu estou aqui sempre. beijo Mama.

E digam-me lá se palavra de mãe não tem invariavelmente outro peso no nosso coração…

Wednesday, May 17, 2006

E será que só haverá uma saida?

DESFECHO 2

E agora?

E agora ela tem a cabeça a girar, tonta, revolta, perdida. E agora ela ouviu o que mais queria ouvir. E agora ela não sabe o que vai fazer, dizer, como agir.
Senta-se encostada à cadeira, olhando séria, calada, pensativa, olhos muito abertos, balançando a perna como sempre faz quando está nervosa, sem saber o que fazer ou como agir.
Ele, olha para ela, desesperado, na expectativa, esperançado que ela o perdoe e que fique com ele, para sempre. Olha-a intensamente como que querendo transmitir-lhe telepaticamente tudo o que sente por ela e que, sabe agora mais que nunca, é único, forte, intenso. É algo que quando se encontra não se quer perder, porque se sabe bem que nunca mais se irá encontrar igual. Sabe-se que ao deixar fugir, se deixa fugir também parte da alma, que ficará incompleta como um puzzle que perdeu uma peça: aquela que é única e que encaixa na perfeição, onde mais nenhuma, nunca mais, encaixará da mesma forma.
- tenho que digerir tudo o que me disseste, que me apanhou de surpresa. tenho que pôr a cabeça em ordem, tentar raciocinar, tentar pôr os pés na terra. O que me disseste é muito mais do que eu esperava ouvir, aliás, é tudo o que eu mais queria e mais sonhava ouvir. Mas por outro lado, nada apaga as más lembranças e a mágoa e tristeza....pelo que vou ter mesmo que me dar um tempo para pensar. Que eu gosto de ti, já sabes. Que quero ficar contigo também. Mas deixa-me ir agora, deixa-me cair em mim, a gente fala-se amanhã, tá?
- Tudo bem. Eu espero! Ansiosamente e a salivar, espero por ti o tempo que tu precisáres, o tempo que tu quiseres.
Caminham juntos até ao carro, seguem, cada um para seu lado. Ela segue pela marginal, pensativa, esfuziantemente alegre, efervescentemente leve e solta. Sabe sim, que vai dizer sim, que vai querer ficar com ele, afinal já o quer há tanto tempo.
Ele segue directo para casa, um sorriso parvo na boca, a quase certeza que vai ser feliz e que ela o vai querer tanto quanto ele a quer a ela: desesperadamente, intensamente, infinitamente e para sempre.
No dia seguinte, uma mensagem no telemóvel dele. Simples, curta, directa, sem rodeios como ela "pensei pouco, porque, afinal, sempre quis ficar contigo"
Ele? Ri solto e leve, com uma alegria que lhe invade o coração, atira-se para cima da cama e fica ali, deitado de barriga para baixo, lembrando todos os momentos que passou com ela, todos os passeios, as conversas, a troca de confidências, as conversas soltas, os gostos comuns pela música, pelo futebol, pelo desporto. As trocas de carinhos e carícias, o bom humor, as risadas, as piadas intencionais e cheias de subentendidos. O toque das mãos dela, o braço dele segurando-lhe possessivamente a cintura, os beijos intermináveis, o cheiro dela impregnado nele, a maciez dos cabelos, o corpo quente....os passeios à beira mar, as noites perdidas vagueando pela cidade. os locais da infância que lhe mostrou, os sítios preferidos dele, as confidências de sonhos e vontades.
Responde-lhe à sms: "Hoje, 10 da noite, vou buscar-te, fica pronta"
E ela apronta-se. Um brilho intenso nos olhos que denuncia o tumulto do coração e a alegria da alma. Apronta-se com todo o cuidado, querendo e sabendo que vai agradar, sabendo bem do que ele gosta, como gosta....e desce as escadas quase correndo, ao encontro dele.
Entra no carro...sem dizerem nada, olham um para o outro e sorriem. Ele leva o carro até à marginal, mais uma vez a marginal, pára no local onde estiveram pela primeira vez a ver o mar e paga numa caixa que tinha escondida no banco de trás. Dá a volta, abre-lhe a porta do carro, pega-lhe na mão e ajuda-a a sair do carro. Estende-lhe a caixa, ela olha - descansando na caixa, um girassol. O girassol que ela um dia, há muito tempo, lhe tinha dito ser a sua flor de paixão.
- Lembráste-te....é lindo. Obrigada.
Ele olha para ela, aproxima-se até ficar a escassos milímetros, olhando-a profundamente, os olhos castanhos que ela adora de paixão fixos nela, olhando-a como se fosse única, preciosa.
- Vamos?
Dá-lhe a mão, caminham juntos, de mão dada, cúmplices, partilhando sentimentos e vontades, rindo soltos, em direcção nem eles mesmo sabem ainda de quê...deixando o trilho das suas pegadas na areia solta...
Talvez um dia os trilhos se confundam num só, de tanto caminhar juntos
Talvez um dia os trilhos se separem e cada um siga direcções, caminhos diferentes
Mas hoje caminham juntos finalmente...."

afinal....até que podia ter sido assim...

Tuesday, May 16, 2006

amo-te deseperadamente mas já não gosto de ti....

DESFECHO 1

E agora?
"Com a cabeça num caos, dividida entre a vontade e a racionalidade, a paixão e a razão, o amor e a dúvida....e agora?! Olha para ele, de decisão já tomada, na certeza dolorosa que qualquer que seja a decisão, persistirá sempre a dúvida, incerteza, insegurança, receio.
Olha para ele, olhos cansados e tristes, nó na garganta, um peso do tamanho do mundo no coração e na alma, que de repente fica vazia, oca, insuportavelmente só. Engole em seco, faz um compasso de espera. Tensa, fecha as mãos com força, ganhando coragem para dizer o que ela mesmo não quer ouvir.
Ele contrai o corpo todo, tenso, muito tenso. Algo lhe diz que já sabe qual vai ser a decisão, e que não vai estar preparado para isso. Os olhos escurecem, a boca seca, o coração bate descontrolado e a alma pesa-lhe, um peso imenso que o afunda na cadeira.
-Não sei se quero tomar a decisão que tomei, não sei se alguma vez vou conseguir deixar de pensar que fiz a escolha errada, não sei mesmo se alguma vez voltarei a ser a mesma. Não sei como vou continuar daqui para a frente, vendo-te todos os dias, olhando para ti, querendo-te. Não sei se serei eu ou simplesmente uma sombra de mim, uma alma meio incompleta, um eco vazio de alguém, não sei.
Mas sei que não quero voltar a viver na incerteza de não saber o que pensas, o que queres. Não sei se o que me disseste é tudo verdade, mas sei que não quero vir a descobrir que é mentira. Não sei se quero e consigo estar longe de ti, mas sei que não quero estar perto e sentir-te longe, distante, fugitivo, indiferente.
Sei que quando a confiança foge, quando se acaba, tudo muda e tudo acaba, lentamente mas sem retorno. Sei que quando a mágoa foi grande e quando as acções feriram profundamente, retornar é difícil, é angustiante, não resulta. Sei que te amo desesperadamente, mas já não sei se gosto de ti. Sei que vou ficar vazia, só, incompleta, mas sei mais ainda que é melhor assim do que viver eternamente numa roleta russa de sentimentos. E por isto tudo, por muito mais, por mim, pela minha sanidade, acho que te vou deixar ir, sem volta, sem retorno, com uma tristeza imensa, com um sentimento de perda infinito...mas é assim, não pode ser de outra forma.
Levanta os olhos, olha para ele. Quase desiste da sua decisão ao ver a dor profunda que toma conta dos olhos castanhos que tanto gosta. Mas não, endireita os ombros, levanta a cabeça, engole em seco - secando as lágrimas que teimam em nublar tudo à sua volta e levanta-se.
Ele, vai atrás, até á saída. Cabisbaixo, calado, sentido. Mãos nos bolsos que escondem umas mãos fechadas com força...
Ela pára, de frente para ele, olha-o intensamente como se quisesse memorizar cada detalhe, cada traço, cada milímetro de pele. Inspira profundamente querendo levar com ela o cheiro dele. Engole em seco várias vezes - pára, chora sózinha, não aqui ,diz para si mesma - inspira profundamente.
- Bom, vou indo, fica bem
- ...tu também
Vira costas, tentando parecer decidida e forte. A alma num tumulto, o coração descoordenado, as ideias completamente nubladas e as lágrimas, agora livres, escorrendo-lhe pela cara. Vai em frente, sem olhar para trás, tentando não correr, não fugir. Sabe que a dor da perda é imensa, que vai bater mal por muito e muito tempo, que vai ficar de alma vazia até um dia conseguir esquecer. Sabe também que parte dela ficou ali, com ele, para sempre. Longe dele, abre a porta do carro, encosta a cabeça ao volante e chora incontrolavelmente. Sabe bem que o que sente por ele é único e intenso, que os dois juntos são mais, são tudo, e por isso a dor da perda é infinita...intensa, física. Sabe que vai ter que abdicar de alguns sonhos para ficar longe dele, para se afastar ou então não será capaz de manter a decisão. Encolhe os ombros, limpa as lágrimas, liga a música e o carro...e vai, só mais uma vez, rumando à vida....tentando recompor os retalhos de si...sem saber quando o conseguirá
E ele? Bem, ele fica ali parado, rígido, inconsolável. Não consegue e não quer acreditar que a perdeu simplesmente por culpa sua, das suas atitudes, do medo de se magoar, da falta de coragem para expor os sentimentos, da sua eterna insegurança. Olha para ela, andando firme, para longe dele e tem vontade de correr atrás dela, de a parar, de a abraçar e beijar e lhe pedir para ficar com ele, para sempre. Mas sabe que não o pode fazer. Não depois de ter visto aquela dor intensa nos olhos dela e sentir que a decisão que ela tinha tomado lhe estava a doer tanto quanto a ele. Não, não vou. Olha-a uma última vez, não precisando de memorizar os contornos daquele corpo que conhece tão bem, que fecha os olhos e vê à sua frente, dos olhos que tanto gosta, do cheiro que o invade dia a dia. Vira costas e caminha, também ele mais uma vez só, pela praia. Senta-se numa rocha e finalmente deixa as lágrimas correram livres, de frente ao mar. As lembranças invadem a sua memória, não lhe dando descanso. Vê-a a rir-se alegre e solta, vê-a séria olhando para ele, olhos nos olhos. Vê-a solta, entregando-se a ele, sem limites, toda ela, de alma liberta. Vê-se a ele, olhando-a sedento, desesperado por ela. Vê-se a ele sózinho, caminhando para um futuro que hoje lhe parece tão negro, com a certeza que parte dele se foi. Com a certeza que nunca mais será o mesmo. Que será sempre incompleto e que uma parte dele mora agora nela, para sempre. Que por muitos relacionamentos que venha a ter, nunca se entregará totalmente, e ela estará sempre presente, nele, em todo o lado.
Tristes, ficam sós, embora juntos nos pensamentos, nas memórias, nas vontades, nas tristezas, na certeza que perderam parte das suas almas, das suas vidas...."

Sunday, May 14, 2006

Conta-se que certa vez, os sentimentos e qualidades dos homens se reuniram num lugar da terra.
Quando o ABORRECIMENTO tinha reclamado pela terceira vez, a LOUCURA, como sempre tão louca, propôs-lhe:
- Vamos brincar às escondidas?
A INTRIGA levantou a sobrancelha intrigada e a CURIOSIDADE, sem poder conter-se, perguntou: Às escondidas? Como é?
- É um jogo, explicou a LOUCURA, em que eu fecho os olhos e começo a contar de um a um milhão enquanto vocês se escondem, e quando eu tiver terminado de contar, o primeiro de vocês que eu encontrar ocupará meu lugar para continuar o jogo. O ENTUSIASMO dançou seguido pela EUFORIA.
A ALEGRIA deu tantos saltos que acabou convencendo a DÚVIDA e até mesmo a APATIA, que nunca se interessava por nada.
Mas nem todos quiseram participar.
A VERDADE preferiu não esconder-se, para quê? Se no final todos a encontravam?
A SOBERBA opinou que era um jogo muito tonto (no fundo o que a incomodava era que a ideia não tivesse sido dela) e a COVARDIA preferiu não se arriscar.
- Um, dois, três, quatro... - começou a contar a LOUCURA.
A primeira a esconder-se foi a PRESSA, que como sempre caiu atrás da primeira pedra do caminho.
A FÉ subiu ao céu e a INVEJA escondeu-se atrás da sombra do TRIUNFO, que com o seu próprio esforço, tinha conseguido subir para o cimo da árvore mais alta.
A GENEROSIDADE quase não conseguia esconder-se, pois cada local que encontrava parecia -lhe maravilhoso para algum de seus amigos - se era um lago cristalino, ideal para a BELEZA; se era a copa de uma árvore, perfeito para a TIMIDEZ; se era o voo de uma borboleta, o melhor para a VOLÚPIA; se era uma rajada de vento, magnífico para a LIBERDADE. E assim, acabou por enconder-se num raio de sol.
O EGOÍSMO, pelo contrário, encontrou um local muito bom desde o início. Ventilado, cómodo, mas apenas para ele.
A MENTIRA escondeu-se no fundo do oceano (mentira, na realidade, escondeu-se atrás do arco-íris), e a PAIXÃO e o DESEJO, no centro dos vulcões.
O ESQUECIMENTO, não me lembro onde se escondeu, mas isso não é o mais importante.
Quando a LOUCURA estava lá pelo 999.999, o AMOR ainda não tinha encontrado um local para se esconder, pois todos já estavam ocupados, até que encontrou um roseiral e, carinhosamente, decidiu esconder-se entre suas flores.
- Um milhão - contou a LOUCURA, e começou a busca.
A primeira a aparecer foi a PRESSA, apenas a três passos de uma pedra. Depois, escutou-se a FÉ discutindo com Deus no céu sobre zoologia.
Sentiu-se vibrar a PAIXÃO e o DESEJO nos vulcões.
Por descuido encontrou a INVEJA, e claro, pode deduzir onde estava o TRIUNFO.
O EGOÍSMO, não teve nem sequer que procurá-lo. Ele saiu disparado do seu esconderijo, que na verdade era um ninho de vespas.
De tanto caminhar, a LOUCURA sentiu sede, e ao aproximar-se de um lago descobriu a BELEZA.
A DÚVIDA foi mais fácil ainda, pois a encontrou sentada sobre uma cerca sem decidir de que lado esconder-se.
E assim foi encontrando a todos.
O TALENTO entre a erva fresca; a ANGÚSTIA em uma cova escura;
a MENTIRA atrás do arco-íris (mentira, estava no fundo do oceano);
e até o ESQUECIMENTO, que ate já se tinha esquecido que tambem estava a brincar às escondidas.
Apenas o AMOR não aparecia em nenhum local.
A LOUCURA procurou atrás de cada árvore, em baixo de cada rocha do planeta, e em cima das montanhas.
Quando estava a ponto a dar-se por vencida, encontrou um roseiral.
Pegou uma forquilha e começou a mover os ramos, quando no mesmo instante, escutou um doloroso grito.
Os espinhos tinham ferido o AMOR nos olhos.
A LOUCURA não sabia o que fazer para desculpar-se chorou, rezou, implorou, pediu perdão e até prometeu ser seu guia.
Desde então, desde a primeira vez se brincou de às escondidas na terra: O AMOR é cego e a LOUCURA sempre o acompanha.

Friday, May 12, 2006

Eu faço as minhas coisas e tu fazes as tuas. Não estou neste mundo para satisfazer as tuas expectativas.
Nem tu estás neste mundo para viver conforme as minhas. Tu és tu eu sou eu.E se por acaso nos encontrarmos e der certo será maravilhoso. E se não, não há nada a fazer.

Tanta espera e nem um telefonema,uma mensagem..que tempo e espaço é esse para quem dizia que amava...que me virou as costas quando eu mais precisei e nem isso sabe porque nao me trata nem bem, nem mal, nao me trata sequer...que espaço e distancia é essa senão para que o esquecimento leve tudo...que amor foi esse que não conhece o perdao nem o permitir 2as oportunidades..dp de muitos erros teus eu errei tambem mas nao te virei as costas e quis construir uma coisa maior...que amor é ou talvez tenha sido porque parece que o esquecimento ja me apagou do teu coraçao...que triste...que triste não teres visto quem eu sou...o nó no meu coraçao vai-se soltar...

ficaste com o teu orgulho intacto e espero que isso valha tudo o que estas a perder...

Thursday, May 11, 2006


Sou alegre, nem sempre sou feliz,mas procuro-o a cada dia desde que acordo e a todas as horas até me deitar,talvez quizá até a sonhar.Adoro rir mas deixei de ter vergonha de chorar.Sou indecisa até me decidir, preciso que me amem, de o sentir, do cão à família . Sei que não viveria sem os meus amigos, sem os quais a vida seria indiscutivelmente mais difícil. Não sou mal-formada, sou por vezes indelicada e muitas vezes estúpida, mas porque o pensamento chega depois a boca, do que a voz… Não gosto de discussões, e não me custa dar o braço a torcer em prol da harmonia. Adoro dar carinho, ouvir tudo e a todos… Ás vezes magoou os que mais próximos de mim estão por ser este vulcão tantas ocasiões incompreendido. Faço amizades com facilidade, embora a cada dia que passe seja mais selectiva com os que quero perto, mas entrego-me totalmente a elas e as vezes, cada vez menos, sofro por dedicar-me assim. Ás vezes desiludo-me…Gosto de ajudar as pessoas e de seguir o que acredito.
Sou relativamente simples... relativamente…
Adoro morangos e cerelac. Sou loucamente atraída por doces, vibro por brigadeiros.
Gosto de compras porque adoro ser mulher embora nem sempre as compreenda. Adoro receber elogios, preciso que me tratem bem porque para o mal já nos chega as circunstâncias da vida.
Gosto de música, de ler, escrever faz parte de mim…gosto de dançar desde pequena e de sentir o ritmo a bater no pé…Adoro ver filmes até adormecer, roçar os pés um contra o outro entre o edredón…Amo a minha cama…adoro acordar cedo mas adoro a noite que já faz parte de mim…
Adoro sextas-feiras. Adoro jantar fora mas não dispenso receber os amigos em casa e prolongar o convívio pela noite dentro. Adoro estar em boa companhia, sou louca por arroz basmati e ainda mais por amêijoas a bulhão pato e todos os petiscos do mundo.
Amo sol ,amo praia. Não consigo ficar sem neve.
Amo viajar. Adoro Barcelona mas não vivo sem Lisboa.
Sou extremamente sensível ao que se passa a minha volta , sou observadora embora despistada…sou um mundo com dois pólos que se confrontam todos os dias, dois pratos da balança que tentam o equilíbrio. Não sou só isto porque também sou muito aquilo…
Não sou preguiçosa, não espero que as coisas me caiam do céu…sou determinada e lutadora ás vezes demais e torno-me obstinada.
Preciso da luz de Deus no meu caminho, sou uma apaixonada pela vida. Não tenho medo da morte só morro de medo de perder mais dos que amo…
Vou de um extremo ao outro com facilidade, quando preciso, quando erro, quando me entristeço e a razão de o estar, está nas minhas mãos… nunca é depressa demais remediar as nossas atitudes…Assumo sempre os meus erros, muitas vezes não os consigo evitar mesmo sabendo que não são mais do que isso. Nunca fujo das consequências deles…Sou ponderada mas muitas vezes também me precipito. Preciso que me dêem valor e tenham paciência comigo .
Amo o romantismo. Amo ainda mais quando o sinto…Ás vezes sou fria, egoísta para me resguardar, Adoro dar miminhos, escrever poemas, adoro surpresas…poucas pessoas me surpreendem hoje em dia…Estou a aprender a deixar de ser ciumenta outra vez. Amo relações mas não confio em ninguém. Não suporto decepcionar ninguém.Amo sonhar com o meu príncipe encantado, e adoro alguns sapos que ficaram na minha vida .
Adoro olhos, adoro bocas, adoro mãos…Gosto que me prendam, que não me deixem indiferentes desde o primeiro dia. Gosto de personalidades fortes mas que excluam teimosias e orgulhos desmedidos. Sou uma eterna apaixonada por cores. Sou vermelho. Preto e branco também um pouco.
Odeio indiferença e não suporto que me desprezem…Admiro a sinceridade, premeio-a sempre por mais dura que seja a verdade e abomine a realidade. Preciso de ficar sozinha embora me custe muito sentir-me só.
Amo aprender…preciso…considero-me inteligente e quero que isso nunca se perca. Odeio sentir-me igual aos outros.
Adoro conquistar pessoas difíceis.
Geralmente amo muito mais do que devo…



Não gosto muito de falar de mim….

Wednesday, May 10, 2006

As vezes a pessoa certa esteve ao nosso lado toda a vida e nós nunca nos apercebemos…O que há de tumultuoso no principio desse novo caminho, quando passa a haver uma entrega diferente e se têm que cortar laços com o passado, com calma toda essa inquietação e desconsolo serão recompensados…força…vocês merecem….

Tuesday, May 09, 2006

mais e mais despedidas....

Morte, minha Senhora Dona Morte,
Tão bom que deve ser o teu abraço!
Lânguido e doce como um doce lago
E, como uma raiz, sereno e forte.
Não há mal que não sare ou não conforte
Tua mão que nos guia passo a passo,
Em ti, dentro de ti, no teu regaço
Não há triste destino nem má morte.
Dona Morte dos dedos de veludo,
Fecha-me os olhos que já viram tudo!
Prende-me as asas que voaram tanto!
Vim da Moirama, sou filha de rei,
má fada me encantou e aqui fiquei
à tua espera... quebra-me o encanto!

de Florbela Espanca

Hoje estou muito triste... vi desaparecer um colega de infância... alguem que esteve lá à medida que eu crescia... e que cresceu comigo também... um verdadeiro e chegado amigo que viu a vida interrompida assim sem mais nem menos... queria ter estado lá mais para ele...senti um enorme aperto ontem e sem saber era ele que partia minutos depois de comigo ter falado uma ultima vez ao tm...são estes abanões que a vida nos dá,qd nos tira o tapete dos pés sem aviso e nós caímos do mais alto de nós até ao mais fundo da tristeza,da perda,da impotencia...tantas lágrimas que tenho deitado,tantos desabafos que eu lhe fiz por perdas que perderam todo o sentido neste momento..já perdi tanto tempo com pessoas que me prometeram tanto e me deixaram de mãos e coraçao vazios....e ele como poucos me disse mais uma vez que só me devo preocupar com quem merece e me conheça e saiba perdoar as nossas falhas..Sim acho que o amava assim como amo os amigos,sim uma amizade é um amor..que não julga,que é paciente e compreensivo,que perdoa e que esta sempre lá para ti não interessa a distancia..
sabem...isto faz-me pensar em muita coisa...em como a minha vida está errada, em como tenho que estabelecer a ordem hierarquica das minhas prioridades e esforçar-me para que seja a certa...antes que perca mais alguem sem ter tido a oportunidade de lhe dizer....o quanto gostava dela..

hoje tenho muito a pensar...

Sunday, May 07, 2006

A cançao de um principe que afinal era bandido...

Ainda lembro o que passou
Eu você em qualquer lugar
Dizendo "aonde você for eu vou"
E quando eu perguntei ouvi você dizer
Que eu era tudo que você sempre quis
Mesmo triste eu tava feliz
E acabei acreditando em ilusões
Eu nem pensava em ter que esquecer você
E agora vem você dizer"Amor, eu errei com você
E só assim pude entender
Que o grande mal que eu fiz foi a mim mesmo"
E agora vem você dizer"Amor, eu não pude evitar"
E eu te dizendo"Liga o som e apaga a luz"
Ainda lembro o que passou
Ainda lembro como é que foi
Ainda lembro..........


Não há amor humano que não decepcione, ele não é mais do que uma porta para um amor maior,não há ninguém que não erre,mas quem nos ama,ama-nos apesar das nossas falhas,como a bebel dizia na letra que já partilhei com voces,a vida seria bem melhor q encontrassemos alguem que ficasse connosco certo ou errado...acho que o amor nem sempre nasce de uma amizade mas lado a lado com o amor,paixao e desejo tambem ela se pode construir...O que custa mesmo é sentir que nos tiram a oportunidade de remediar o que fizemos de mal,o que num principio onde ainda ha tanto caminho para andar condena-se tanto ao ponto de não nos deixarem mostrar o que somos e o que valemos...e o que doi mesmo é que quem nos vira as costas,quem não nos trata nem mal nem bem,simplesmente nem nos trata,é quem devia ser o primeiro a nos acompanhar e não nos virar as costas...
sera que foi tudo uma mentira?
E preciso não esquecer que no principio tudo é ajustavel,ha pessoas q dao tudo outras que vão ando ao longo do tempo e isso e para ser respeitado..cada um tem as suas marcas e os seus traumas..quem não tem?é triste ficar com esta historia assim...
Há vários motivos para não se amar uma pessoa e um só para amá-la."- Carlos Drummond de Andrade

Saturday, May 06, 2006


Vale sempre a pena voltar...nem que seja por um instante... KASKAIS



Tuesday, May 02, 2006




Eu sou o camelo da esquerda...
Já sei que perdi a cabeça..e é que perdi mesmo..endoideci..ja percebi que estava a arrastar um erro do qual fugi porque nem parei para por o coraçao no sitio..louca..já o erro se sobrepunha ao que eu quero para mim..sossego,tranquilidade,serenidade,descanso,liberdade...sou passarinho não é?não o fui sempre?quando aparecer alguem no meu caminho, que eu n o repita,que eu n dê,como te fiz, o que me deram a mim e eu não aguentei...nunca o fiz porquê agora...enfim..já fugiste...so percebi a estupidez agora..a carencia induziu-me em erro...mas de um extremo ao outro eu vou quando me apercebo q perdi a cabeça...e é que perdi mesmo...nunca tive medo de estar sozinha porquê n perder o habito de não o estar...
sou mesmo o camelo da esquerda!